Penso que a maior parte de nós tem tendência para o complicado.
Somos/estamos pré-programados a tornar a mais simples das situações/questão/problemas num bicho de sete cabeças e nem sempre vemos quando há uma simples solução à mão de semear.
Quando os USA iniciaram as suas jornadas para o espaço depararam-se com um problema, os astronautas não podiam escrever pois na ausência de gravidade as canetas não funcionavam. Logo se propôs 1 milhão de Dólares para inventarem a caneta que escrevesse no espaço, assim aconteceu.
Ora quando os Russos começaram a fazer as suas próprias investidas no espaço tiveram o mesmo problema, o qual solucionaram rapidamente – passaram a usar lápis.
As soluções simples estão lá. Ou não as vemos porque não conseguimos, ou não as vemos porque não queremos ou se as vemos não as tomamos porque o pensamento “Não pode ser assim tão simples” assalta-nos de imediato.
Estamos programados para o complicado, é logo o que identificamos e apenas o que vemos, como se tivessemos palas nos olhos como os burros. Olhamos em frente, para o complicado, e ao lado passa-nos o simples.
Bem haja às excepções!