
“Sinto a tua falta.” – Sentes mesmo?
“Gosto muito de ti.” – Gostas?
“Estou a teu lado.” – Estás?
“Preciso de ti.” – Para quê?
Há coisa de semanas disseste:
“Não te quero ver.”
“Já te esqueci.”
“O que sinto por ti acabou.”
“És uma mentira.”
Tu dizes. Agora sou eu que duvido. Sou eu quem tem medo. Sou eu quem não quer abrir essa porta, só porque já te deixei mogoares-me vezes suficientes.
“Vem ter comigo” – tu pedes-me. Se me queres, vem tu ter comigo. Eu estou aqui, ainda. Só não sei até quando.
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Autor: Erika
Quem escreve:
De nome: Erika.
Tenta escrever o que mais lhe apetece. Tenta ser simpática. Quando não reclama, sugere. Sorri muito. Atribui significados importantes à musica, ás cores, cheiros, sabores, texturas. Teimosa, orgulhosa, ambiciosa q.b., não cria espectativas, cria objectivos. Gosta de dormir, é preguiçosa mas detesta preguiçar. Perde-se na internet. Perde-se naquele momento perfeito. Perde-se na fotografia. Perde-se nas pessoas. Perde-se na paixão.
É apenas mais alguém que escreve.
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