Até que ponto…

…vale a pena acreditar? Quando aquele sentimento nos diz dentro de nós que algo está mal, até que ponto vale a pena acreditar? Até que ponto vale a pena procurar justificar esse sentimento? Ele justifica-se por ele próprio?
Até que ponto vale a pena confiar? Quando deixamos de acreditar em nós próprios? Isso não. Não ignoro aquilo que me digo a mim mesma. E no outro? A partir de quando deixamos de acreditar, de confiar? A partir de quando deixamos de saber se é sincero? E quando não nos parece sincero, é de nós? Até que ponto percepcionamos mal?
Até que ponto existe a necessidade de esconder? Porquê apelar a sinceridade se chega ao ponto de esconder ou mentir?
Até que ponto posso acreditar? A partir de quando posso duvidar? Até que ponto posso me perguntar quando deixar de acreditar?
[Suspiro longo]
Até que ponto posso atirar para aqui um mundo de perguntas? Mais vale aqui do que atira-las contra a parede interna do meu crânio, enquanto estou na cama a tentar perceber até que ponto consigo ludibriar a insónia.
E este acaba neste ponto [.]
"Pensamentos tornam-se coisas"

«Vale sempre a pena quando a alma não é pequena…»
«Quem quer passar além do Bojador tem de passar além da dor.»
Cumprimentos.
Quanto ao post anterior; é verdade minha querida amiga!!!!!!!
É uma “precisança” mutua esta que temos, essa troca de “dizeções” e “pensações” uma falação só! Sou viciado nisso!
Agora, quanto a este post.
A insônia às vezes é uma de minhas grandes parceiras…………… convivo com ela já faz um bom tempo…………………. hora magistral essa, a madrugada é um rio turbulento de onde escorrem pensamentos – questionamentos – Porque dormir, se posso ficar mais um minuta acordado a poetizar cada vão momento???????
Grande abraço deste amigo, feliz por ver teus escritos novamente!
PS.: gosto muito de tuas palavras!