Capitulo [Último]

Rasgaste as páginas do nosso livro. Dividiste-as e disseste: “Este é o meu. E este o teu.” Acrescentaste páginas em branco e pediste-me para começar de novo.Nas páginas antigas aquilo que escrevi já não se vê… Em algumas existem apenas borrões e manchas do que outrora foi uma grande e bonita história. Pedes-me para iniciar um novo Capítulo dizendo que acreditas que eu sou capaz.
Recomeço a escrever, palavras que fogem para ti. Encerro o novo Capitulo que comecei, ganhando coragem para a despedida. Guardo as páginas antigas numa caixa fechada, pois com elas aprendi as maiores lições e nelas vivi as maiores experiências. Guardo o Adeus para me relembrar de onde tenho de renascer – das cinzas.
Anseio que leias cada palavra do novo livro mas ao mesmo tempo quero que seja só meu. Assim como tu te guardas para ti!
E quando finalmente me sinto alguém diferente nas palavras que me escrevo, dizes que me queres voltar a conhecer. Pedes-me as folhas que escrevo. Queres espreitar cada parágrafo.
Misturas as páginas que temos…e voltas a separar. E misturas de novo. Deixas folhas tuas no meu Capítulo e levas algumas minhas dobradas e perdidas nas tuas mãos. Deitas fora palavras sinceras, rasgas-me em pedaços querendo ou não!
Deixas a história sem rumo, misturada e confusa. Sem nunca me mostrares o teu lado. Em folhas caídas pelo chão, dizes-me que sou importante e que sentes a minha falta. No entanto não faço realmente parte de ti.
Não mexas mais no meu livro. Deixa-me as palavras sozinhas. Não mistures as histórias nem as folhas, porque este Capitulo hoje é só meu.
"Pensamentos tornam-se coisas"

A felicidade extrema e a “tristeza” (se lhe quiseres chamar assim) extrema são os dois sentimentos que me levam a escrever melhor. Parece que nos conduzem os dedos e nos fazem descrever melhor os sentimentos.
Excelente post.
Força.
só para não pensarem que sou burro (que sou…mas não tanto) Pulegar e cocho têm um motivo para os erros! (sim porque há quem não tenha reparado nos erros…e há quem tenha!)
Criemos, pois o mundo novamente!!!!
Com letras “garrafais” e tonéis de poesias “calientes”… não espereis que eu oculte o livro de meus dias… navegueis, pois no Velho Chico, ide muito além do nobre Tejo, em busca das histórias mais longínquas, guardada a sete chaves em Loulé, por uma linda Senhorita de nome Érika.
E quem escreve assim…não tem o pulegar cocho!